A COLEÇÃO NAÏF DO SESC

A arte naïf, dita igualmente primitiva ou ingênua, dista do traço intelectualizante, aproximando-se da essência humana. Natural. Espontânea. Original. Ela rompe com o academicismo e encontra na espontaneidade do artista popular seu veio maior de expressão. O primeiro estado da pintura. Rudimento. Cotidiano, sim. Mas, realidade? Excesso de cores, rusticidade, figurativismo. Imaginação e concretude. Ausência de malícia. Inocência. O homem simples conquista tela e pincel. A perspectiva afoga-se na vivacidade da cor. Cada cena é mais do que vida. É exagero. É excesso. Pessoa. Cidade. Natureza. Simplicidade complexa. Individual.

A partir de agora, o popular, mais do que temática, inunda de lirismo o espaço virtual. O Acervo Naïf do SESC encontra-se aberto ao seu olhar, brasileiro e universal, como a própria arte em questão.


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