| Um dos principais protagonistas da arte minimalista, Sol
Lewitt criou, nos anos 60, estruturas compostas de elementos cúbicos ou derivadas do
cubo, em variações organizadas sobre uma grade. Eram volumes simples, que convidavam o
espectador a reconstruir o retrato mental das variações possíveis de uma dada figura.
Lewitt trabalhou, em seguida, com murais nos quais detalhou as relações entre
concepção e percepção, superfície e volume. Enquanto análise dos princípios
fundamentais do desenho, essas obras refletem a lógica das permutações e variações. A
partir do final dos anos 70, o artista concentrou-se em seus "Desenhos Murais",
cada qual concebido para um local específico e refletindo as lições que ele extraiu dos
afrescos da Renascença italiana e do disegno. As cores tornaram-se mais dominantes nessas
obras e as figuras isométricas foram tratadas como formas tridimensionais achatadas.
Desde o início de sua carreira, Sol Lewitt dedicou-se a mudar nossa compreensão das
convenções pela alteração de nossos sentidos. Exposições recentes (seleção)
1997 - Skulptur Projekte, Munster, Alemanha
- Bienal de Veneza
1996 - Passions Privées, Museu de Arte Moderna de Paris
- Sol Lewitt Prints, Museu de Arte Moderna de Nova York
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