| A obra de Sophie Ristelhueber reflete uma volta ao mundo
do real. Um mundo no qual o homem fala através de seus vestígios, dos ferimentos que lhe
são infligidos ou dos que ele deixa no solo, um mundo de territórios "marcados de
cicatrizes", para usar a expressão da própria artista, através de corpos suturados
ou de ruínas da guerra. Em sua série de fotos de edifícios recentes devastados pela
guerra (Beirute, Fotografias, 1984), o teatro da guerra no deserto do Kweit (Fait, 1992),
corpos suturados e alegorias da guerra civil (Every One, 1994), Sophie Ristelhueber
dedica-se a identificar marcos espirituais nos lugares do real. Exposições recentes
(seleção)
1997 - Face à l'historie, Centre George-Pompidou, Paris
- Bienal de Johannesburgo
- Heaven, PS1, Nova York
1996 - New Photography 12, Museu de Arte Moderna de Nova York
- Blancpain-Stepczynski Gallery, Genebra, Suíça
|