metodologia

Universo: população brasileira urbana adulta (16 anos e mais), dividida em dois sub-universos, o da terceira idade (60 anos e mais) e o de jovens e adultos (16 a 59 anos).

Amostragem: probabilística nos primeiros estágios (sorteio dos municípios, dos setores censitários e domicílios), combinada com controle de cotas de sexo e idade (Censo 2000, estimativa 2005, IBGE) para a seleção dos indivíduos (estágio final). A amostra foi estratificada pelos sub-universos, com 2.136 entrevistas com idosos e 1.608 com o restante da população, totalizando 3.759 entrevistas.

Dispersão geográfica: 204 municípios (pequenos, médios e grandes), distribuídos nas cinco macro-regiões do país (Sudeste, Nordeste, Sul, Norte e Centro-Oeste).

Abordagem: domiciliar, com aplicação de questionários estruturados, que somaram 155 perguntas dirigidas aos idosos (cerca de 350 variáveis) e 75 perguntas aos não idosos. Para evitar tempo médio de entrevista muito superior a uma hora de duração, a amostra dos idosos foi dividida em duas (A e B), com dispersão idêntica, aplicando-se 40 perguntas em comum a ambas e distribuindo-se as demais 115 perguntas em dois questionários.

Margens de erro: para os resultados no sub-universo da terceira idade, até ± 2 pontos percentuais nas perguntas aplicadas nas amostras A e B, e de até ± 3 p.p. nas perguntas aplicadas apenas nas amostras A ou B (1.071 e 1.065 entrevistas, respectivamente); até ± 2,5 p.p. para os resultados no sub-universo de 16 a 59 anos (Amostra C) e também para os resultados com a amostra total ponderada (desenho nacional de 1.831 entrevistas), sempre com intervalo de confiança de 95%.

Data do campo: 01 a 23 de abril de 2006

Iniciativa: Fundação Perseu Abramo (FPA)
Parcerias: SESC Nacional e SESC São Paulo

Responsabilidade técnica: Núcleo de Opinião Pública da FPA, sob a coordenação do cientista político Gustavo Venturi e da socióloga Marisol Recamán. Analista, Vilma Bokany; processamento de dados, Rita Dias.