ABRIL 2025: leia destaques desta edição da Revista E

31/03/2025

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NESTE MÊS: AS EXPRESSÕES CULTURAIS DE TAUBATÉ, MUNICÍPIO LOCALIZADO NO VALE DO PARAÍBA; LINGUISTA reflete sobre A LÍNGUA FALADA E ESCRITA HOJE NO BRASIL; OS ENCANTOS E DILEMAS DO BRASIL NA VISÃO DE LUIZ ANTONIO SIMAS; A TRAJETÓRIOA E O ARTIVISMO DE JAIDER ESBELL; depoimento de laura cardoso; memórias do barro por meio da obra da artista salissa rosa; LEIA MAIS!

A nova edição da Revista E está no ar! Em ABRIL de 2025, a publicação mensal do Sesc São Paulo traz em suas páginas reportagens, entrevistas, artigos inéditos e textos de ficção. Acesse pelos botões a seguir ou leia a edição de ABRIL/25 da Revista E na íntegra.

A CAPA desta edição traz uma fotografia de Nilton Fukuda da fachada do novo edifício do Sesc Taubaté. A partir deste mês, a unidade amplia as suas instalações, com a inauguração de um Teatro com capacidade para 255 espectadores, além de Foyer com cafeteria. Além disso, abre novos consultórios para tratamento odontológico e passa a contar com uma nova Comedoria. A programação especial de inauguração será nos dias 26 e 27 de abril. Saiba mais em sescsp.org.br/taubate.

A primeira REPORTAGEM (Entre morros LEIA AQUI) apresenta as expressões culturais enraizadas na cidade de Taubaté (SP), localizada no Vale do Paraíba. A capital nacional da literatura infantil também se destaca pela tradição das figureiras e por diversas expressões artísticas, tradicionais e contemporâneas, que movimentam o cenário cultural do município. A reportagem também apresenta o apresenta o Sesc Taubaté, com destaque para a ampliação dos seus espaços, que inclui a inauguração de um teatro.

Tânia e Raissa Sampaio mantêm a arte das figureiras, uma tradição taubateana
que atravessa gerações. Foto: Nilton Fukuda

Outra REPORTAGEM do mês (Saberes do cuidadoLEIA AQUI) destaca como práticas e conhecimentos de medicinas tradicionais, como as praticadas por povos indígenas e quilombolas, se somam à medicina convencional em prol da saúde. Doutora por notório saber da Universidade Federal de Minas Gerais e fundadora do Quilombo Manzo Ngunzo Kaiango, Makota Kidoiale é uma das mestras e professoras que comenta a importância de práticas de cuidado do terreiro como aliadas do bem-estar coletivo.

Makota Kidoiale ressalta o tratamento de saúde integrado que é realizado no terreiro.
Foto: Luiza Poeiras

O professor Caetano W. Galindo é o convidado da ENTREVISTA deste mês (Linguista do cotidianoLEIA AQUI) e reflete sobre a língua portuguesa falada e escrita hoje no Brasil. Distante da figura do acadêmico, Galindo celebra falares diversos e também revela detalhes do seu processo criativo e da carreira como escritor e dramaturgo.

A seção BIO (Sob a pele da florestaLEIA AQUI) destaca as expressões artísticas e o ativismo de Jaider Esbell (1979-2021), artista que lutou pela valorização da arte indígena contemporânea. Nascido e criado em Normandia, um dos três municípios fincados na Terra Indígena Raposa Serra do Sol, no estado de Roraima, fez da sua obra um catalisador sobre para discussões sobre conhecimentos indígenas e a percepção sobre a arte dos povos originários.

Artista indígena da etnia Macuxi, Jaider Esbell ancorou sua produção artística na cosmovisão de seu povo. Foto: Jorge Macêdo

No ENCONTROS desta edição (Professor das esquinasLEIA AQUI), conversamos com o historiador Luiz Antonio Simas, que em livros, canções e aulas públicas divaga sobre os encantos e dilemas do Brasil. Educação, escolas de samba, cultura afro-brasileira e futebol foram alguns dos temas abordados por Simas, que também é escritor e compositor.

O professor Luiz Antonio Simas em uma de suas aulas públicas, em um botequim.
Foto: Agência Brasil

A matéria GRÁFICA deste mês (Artista soloLEIA AQUI) convida para um passeio pela obra da Salissa Rosa, que utiliza a terra em diferentes materialidades e técnicas de bioconstrução, como cerâmica, taipa de pilão, pau a pique, adobe e hiperadobe. Para a artista, que está em cartaz com a exposição Ofício: Barro: Sallisa Rosa: Eixo terra no Sesc Pompeia, até 13/7, o barro é um ativador de memórias, um criador de futuros possíveis e sustentáveis.

A artista Salissa Rosa na montagem da exposição em cartaz no Sesc Pompeia.
Foto: Regiane Gomes

No DEPOIMENTO de abril (Vestirse do outroLEIA AQUI), a atriz Laura Cardoso, celebra uma vida dedicada à arte, com mais de cem trabalhos entre rádio, teatro, televisão e cinema. Aos 97 anos, a atriz compartilha reflexões sobre o trabalho mais recente, o filme Dona Rosinha, de Acacia Araujo e Marcelo Gomes, lançado em fevereiro de 2025, além de falar sobre a trajetória artística, o ofício de representar e o sonho de continuar atuando.

A atriz Laura Cardoso no lançamento do filme Dona Rosinha, em fevereiro, no Sesc Consolação
Foto: Matheus José Maria

O dicionário Oxorfd escolheu o termo em inglês “brain rot” (apodrecimento cerebral, em tradução livre) como a palavra do ano de 2024. Diante disso, a seção EM PAUTA (Brain rotLEIA AQUI) traz artigos que alertam para as causas e consequências da sobrecarga de informações diante das tecnologias digitais. Os textos são assinados por Januária Cristina Alves, mestre em Comunicação Social pela Universidade de São Paulo, jornalista, especialista em educação literária e educação midiática, e Paulo Beer, psicanalista, pesquisador, professor convidado no programa de pós-graduação em Psicologia Social da Universidade de São Paulo (USP).

O INÉDITOS deste mês (Aos que me leem com coraçãoLEIA AQUI) convidou Mariana Ferrari, escritora, jornalista e fundadora do projeto Carta por Carta, que enviou por carta à Revista E um conto inédito. O texto recebeu ilustrações da artista visual Marina Quintanilha.

Ilustração da artista visual Marina Quintanilha para o conto de Marina Ferrari, enviado por correspondência, publicado na seção Inéditos

No ALMANAQUE (Dance, dance, danceLEIA AQUI), conheça cinco espaços públicos da cidade de São Paulo que oferecem aulas gratuitas de diversos estilos de dança. Ruas, parques e instituições culturais servem de palco para o compartilhamento de técnicas e vivências ao ritmo de samba-rock, forró, k-pop, dança afro e muito mais.

Aula de charme no Vale do Anhangabaú, Centro Histórico de São Paulo. Foto: Ciete Silverio/ Divulgação PMSP

Revista E traz, ainda, a seção DOSSIÊ (Lazer sustentávelLEIA AQUI) com alguns destaques da ação cultural do Sesc São Paulo em todo o Estado. Entre eles, o Simpósio Lazer, Sustentabilidade e Desenvolvimento, que reúne especialistas em programação no Sesc São José dos Campos, em 16 de abril, para tratar como práticas de lazer podem contribuir para a preservação ambiental, o bem-estar social e o desenvolvimento econômico equilibrado. Saiba mais em sescsp.org.br/diamundialdolazer.

Por fim, a última página da Revista E traz a seção P.S., que encerra a publicação com um texto autoral produzido por uma colega funcionário do Sesc São Paulo, cujo tema se relaciona ao de uma das reportagens da mesma edição. Em abril, no texto Lugar de encantamentos (LEIA AQUI), a autora Daniela Savastano, gerente do Sesc Taubaté, reflete sobre as características da cidade localizada no Vale do Paraíba e as singularidades da unidade que gerencia, que agora recebe um novo espaço, um teatro.

A EDIÇÃO DE ABRIL DE 2025 DA REVISTA E ESTÁ NO AR!

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A seguir, leia a edição de ABRIL na íntegra. Se preferir, baixe o PDF para levar a Revista E contigo para onde você quiser!

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