Raquel Virgínia é cantora, compositora e empresária. Duas vezes indicada ao Grammy Latino como integrante do grupo As Baías, consolidou-se como uma das vozes mais marcantes da música contemporânea brasileira, reconhecida pela crítica e premiada em iniciativas como o Prêmio Bravo, Prêmio Multishow e Folha de São Paulo. Em 2024, fez história ao tornar-se a primeira mulher trans e negra a se apresentar na sede da ONU, em Nova York, reforçando seu papel como artista que cruza arte, discurso e transformação social.
Em 2025, lança seu primeiro álbum autoral, Não Incendiei a Casa Por Milagre, produzido por Moreno Veloso, uma obra visceral e híbrida que transita entre o rock, a bossa nova e a música alternativa. O disco foi aclamado pela crítica e entrou na lista dos melhores álbuns do primeiro semestre segundo a Billboard Brasil.
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