Tecendo o invisível: A arte dos bordados Shipibo Conibo - Foto: Carolina Amorim
Tecendo o invisível: A arte dos bordados Shipibo Conibo - Foto: Carolina Amorim

Tecendo o invisível: A arte dos bordados Shipibo Conibo

Com Sra. Elisa Vargas Fernandez (Peru)

Avenida Paulista

Duração: 120 minutos

18

atividade presencial

R$ 9,00 Credencial Plena
R$ 15,00 Meia entrada
R$ 30,00 Inteira

Local: Tecnologias & Artes (4° andar)

Vagas limitadas. Inscrições online a partir de 26/3, 14h, para Credencial Plena, e 28/3, 14h, para público em geral

Data e horário

De 02/04 a 09/04

Quarta

Das 14h30 às 16h30

Tecendo o invisível: A arte dos bordados Shipibo Conibo - Foto: Carolina Amorim
Tecendo o invisível: A arte dos bordados Shipibo Conibo - Foto: Carolina Amorim

Os tecidos bordados do povo Shipibo Conibo são bastante conhecidos por sua notável beleza e pelos diferentes significados que carregam. Essas peças agregam funções ornamentais, medicinais e protetivas e expressam a profunda conexão dos Shipibo com o reino vegetal e com os mundos espirituais acessados em cerimônias.

Neste curso introdutório, ministrado pela maestra e artesã Shipibo Elisa Vargas Fernandez com mediação de Renata Borges, a turma conhecerá alguns contos e histórias antigas relacionadas aos desenhos Kené na cultura Shipibo e aprender a arte de bordar com intenção e concentração. Cada participante terá a oportunidade de bordar para si um pequeno tecido.

Vagas limitadas. Inscrições online a partir de 26/3 14h, para Credencial Plena, e 28/3, 14h, para público em geral. A atividade será ministrada em espanhol.

Sra. Elisa Vargas tem 60 anos, vive também na comunidade de San Francisco, é médica tradicional, artesã e maestra Shipibo. Começou a aprender sobre as plantas medicinais desde muito cedo com sua mãe. Don Herminio foi um de seus professores e agora seguem lado a lado como parceiros em cerimônias.
A concentração profunda é condição essencial na criação das telas bordadas e pintadas, habilidade que cultiva tal qual aprendeu de sua avó. Dedica-se principalmente à materialização dos tradicionais desenhos Kené/Kewé, em aliança com as plantas que a acompanham desde pequena, abrindo as visões criativas e o universo onírico. Suas telas foram expostas pela primeira vez no Brasil em 2024, no Espaço Arco, em São Paulo.

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